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A maior Praça da cidade no tempo do Império, junto ao Caís, mudou a denominação de Rua do Caís e Aterro para o de Praça Rio Branco. No Final do Século XIX ao início do Século XX, foi estacionamento de Carroções vindos do interior do Paraná (Prudentópolis e Guarapuava), desciam a sinuosa Estrada da Graciosa. Estes carroções, traziam erva mate que era exportada através do Porto de Antonina, especialmente para a Argentina e Uruguai. Foi também, a antiga sede da Rede de Viação Paraná – Santa Catarina S/A, local onde existia um terminal de cargas de exportação e importação. De 1920 a 1942 o movimento de cargas era intenso devido ao apego do Porto de Antonina.

A primeira Feira – Mar da cidade foi instalada nesta Praça em 1969, por iniciativa do Prefeito Romildo Gonçalves Pereira, que procurou sensibilizar os homens públicos da época, expondo todas as viabilidades ecônomicas do Município.

A antiga Praça Rio Branco teve seu nome substituido em homenagem ao Prefeito Dr. Romildo que muito colaborou para a melhoria do Logradouro. Atualmente o local foi transformado em aprazível logradouro público, onde se pode sentir a brisa do mar e observar a bucólica Antonina.

Possui um monumento de concreto no centro, construído em 1995 na gestão do prefeito Ironaldo Pereira de Deus, em homenagem à comunidade evangélica, de autoria da escultora Ligia Borba. O monumento representa um barco náufrago na praia e possuía uma bíblia de mármore que foi furtada. Mas a proposta da escultura não agradou a todos, então outro monumento foi construído, um altar com uma bíblia situado na extremidade da praça.

Também havia um bonito relógio do sol nas redondezas da praça, que foi retirado por motivo desconhecido.

HISTÓRIA DA PRAÇA FEIRA-MAR